quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Elvis não morreu nem vai morrer nunca!!!



LOVE ME TENDER!!!

Já lá se vão 30 anos sem a presença física de Elvis Presley nos palcos. Mas eu du-vi-d-ó dó.. que nesse mundo de meu Deus, tenha havido um dia sequer que alguma rádio tenha deixado de tocar uma música do Rei do Rock mundial!!!!

Ele não morreu nos corações, na mente dos fãs e há os mais incrédulos.. aqueles que não viram o corpo e nem foram ao enterro, que juram de pés juntos que ele está vivinho da Silva!!!!

A ciência começou a conhecer os mecanismos biológicos do amor e do ódio.


"No futuro, poderemos resolver por meio da química os problemas do amor e do desamor" É o que diz um especialista mexicano.




- Se isso for possível, o remédio deverá custar milhões!! E somente num futuro ainda mais distante, o Governo deverá diagnosticar a "doença do amor" como um mal que ataca 99,99% da população e disponibilizará a droga pelo SUS para que todos os coitados possam se tratar!

.. e até lá?!! Será que alguém vai morrer de amor?!!!!

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

10 Dicas Para Viver Com Entusiasmo!




1. Afaste-se de pessoas e fatos negativos;
2. Valorize suas idéias e intuição. Acredite em você!
3. Não reclame. Não fale mal dos outros;
4. Cultive o bom humor, o sorriso, a alegria;
5. Ouça agressivamente. Dê atenção às pessoas;
6. Estenda a mão aos outros. Coopere. Participe;
7. Comprometa-se. Faça mais do que esperam de você;
8. Faça tudo com atenção aos detalhes;
9. Cuide-se. Vista-se bem. Goste de sua imagem;
10. Não chore. Decida-se a mudar a realidade. Aja!

Escrito por Luiz Marins

sábado, 28 de julho de 2007

Um dia só....


“A melhor fórmula para uma vida miserável é deixar de fazer as coisas pelas quais somos apaixonados, e passar a trabalhar apenas naquilo que temos obrigação de fazer”.

Hoje descobri que estou vivendo miseravelmente !! mas só até quando eu quiser..!!

terça-feira, 17 de julho de 2007

O que vale a nossa vida?!!!




Vale aquilo que vivemos. Somente. De uma hora pra outra uma tragédia pode atravessar nosso caminho sem que tenhamos tempo de dizer "o que foi que eu fiz pra merecer isso?!!!

Uma fatalidade?!! uma falha humana?! Um descaso das autoridades?!!! Afinal, o universo deu um sinal um dia antes: "olha... essa pista tem problemas. Olhe o que aconteceu com esse pequeno avião que derrapou...!!"

E no outro dia, o que acontece?!! Uma Tragédia sem tamanho. Um avião com cento e tantos passageiros não só derrapa também como sofre as consequências de um acidente sem proporções.

Que valor devemos dar a vida, já que ela é vai sem nos avisar?!! Devemos dar valor ás pequenas coisas, as coisas da alma, as coisas do bem. Dinheiro não vale a vida de ninguém.. apesar de que, tem uns e outros que ganham muito bem para "acabar" com a vida de alguém. Mas aí é briga de cachorro grande!!

É PRECISO SABER VIVER!!!!

"Se coisas são para serem usadas e pessoas amadas, pra que amarmos coisas e usarmos pessoas?"

sexta-feira, 13 de julho de 2007




"quem tem carne e sangue em seu corpo, precisa aceitar algumas coisas que não está esperando. Mas quem não tem nada dentro, vive afastando tudo que se aproxima - e nem mesmo as bênçãos de Deus conseguem chegar perto. " Paulo Coelho

quinta-feira, 12 de julho de 2007

O Amor acaba !!!!!



O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

(Paulo Mendes Campos, O Amor Acaba - Crônicas Líricas e Existenciais - Ed. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1999.)